A Serena 130T não é para todo mundo — e isso é uma virtude 

Nem toda máquina precisa servir para todos os produtores. Quando tenta agradar todo mundo, o resultado quase sempre é um equipamento medíocre, cheio de concessões e promessas vagas. 

A Serena 130T segue o caminho oposto. Ela foi projetada com clareza de propósito. E isso exige dizer, sem rodeios, para quem ela é e para quem ela não é

Para quem a Serena 130T é 

A Serena é para o produtor que entende que silagem não é detalhe operacional. É base econômica do negócio. 

Ela é para quem: 

– Investe em milho de boa genética e não aceita ver esse investimento virar grão inteiro no esterco.
– Já percebeu que diminuir o tamanho do picado não resolve o problema do amido.
– Trabalha com área limitada e precisa tirar mais produção por animal, não apenas plantar mais hectares 
– Quer tirar mais resultado do trator que já possui, sem trabalhar no limite nem sacrificar a operação 
– Está cansado de parar a colheita por pino fusível, afiação ruim ou regulagens demoradas 
– Quer uma máquina que funcione hoje e continue funcionando daqui a dez anos, sem dependência de peças exclusivas ou soluções improvisadas 

Esse produtor não compra máquina por impulso. Ele faz conta. Ele pergunta. Ele compara. E, quando decide, decide para ficar. 

Para esse perfil, a Serena não é uma aposta. É uma ferramenta estratégica. 

Para quem a Serena 130T não é 

E aqui vem a parte que pouca gente tem coragem de escrever. 

A Serena não é para quem: 

– Procura a máquina mais barata do mercado, independentemente do resultado 
– Acredita que “picar milho é tudo igual” 
– Não se importa com grão inteiro nas fezes porque “sempre foi assim” 
– Produz milho de baixo potencial e não pretende melhorar isso 
– Não quer ajustar máquina, entender regulagem ou operar com critério 
– Espera milagre técnico para compensar manejo ruim 

Para esse perfil, qualquer forrageira serve. Inclusive as de projeto antigo. Inclusive as que transformam milho bom em silagem ruim. 

E está tudo bem. A Serena não foi feita para convencer esse produtor. 

Limites claros fazem parte da honestidade técnica 

A Serena funciona em tratores menores em condições favoráveis, mas entrega seu máximo potencial quando o cenário permite. Terreno, barro, produtividade do milho e potência disponível importam. Ignorar isso seria desrespeitar o produtor. 

A Botier prefere perder uma venda a criar uma expectativa errada. 

Essa postura não é marketing. É consequência de quem nasceu no campo e sabe o custo de uma decisão mal tomada na safra. 

O que acontece quando o encaixe é correto 

Quando a Serena vai para a propriedade certa, operada pelo produtor certo, o resultado é previsível: 

– Silagem com padrão de autopropelida 
– Grão realmente processado 
– Melhor aproveitamento do alimento 
– Mais produção com a mesma área 
– Operação mais tranquila e previsível 

Nesse cenário, a máquina não gera discussão. Ela vira referência. E referência não precisa se justificar o tempo todo. 

Escolher bem é parte do sucesso 

Comprar uma Serena 130T não é escolher uma máquina “melhor”. É escolher uma máquina coerente com o nível de gestão que o produtor quer para o próprio negócio. 

Se o objetivo é evoluir tecnicamente, ganhar eficiência real e parar de desperdiçar dinheiro no cocho, a Serena faz sentido. 

Se não for esse o caso, o mercado está cheio de alternativas. 

A Botier prefere trabalhar com produtores que sabem exatamente por que estão comprando. 

E isso, no longo prazo, é o que sustenta a marca, a máquina e quem está no campo todos os dias. 

A Serena não foi criada para agradar todo mundo. 

🎙️ Neste podcast, os fundadores da Botier explicam para quem a máquina faz sentido — e para quem não faz. 

Compartilhe!

Facebook
Twitter
LinkedIn