Por que a Botier não adaptou uma máquina antiga. Criou uma do zero. 

Durante décadas, o mercado de forrageiras tratorizadas conviveu com uma contradição silenciosa. Os produtores evoluíram, investiram em genética, manejo, fertilidade do solo e híbridos de milho cada vez mais produtivos. Mas a máquina responsável por transformar esse milho em alimento continuou presa a projetos de 50 ou 60 anos atrás. 

O resultado é conhecido por quem vive o campo. Milho bom entrando na máquina. Silagem mediana saindo dela. Grãos inteiros no esterco. Potencial produtivo desperdiçado. Um prejuízo recorrente tratado como “normal”. 

A Botier nasceu quando ficou claro que o problema não estava no milho, nem no produtor. Estava na base da máquina. 

O erro histórico do mercado 

Quando a tecnologia de processamento de grãos começou a provar, cientificamente, que aumentava a produção de leite e melhorava o aproveitamento da dieta, a solução mais comum do mercado foi tentar adaptar essa tecnologia a máquinas antigas. Colocar um cracker em um projeto que nunca foi pensado para ele. 

Essa abordagem sempre esbarrou no mesmo limite. 
A máquina antiga vira o gargalo. 

Falta eficiência energética. Falta estabilidade de corte. Falta capacidade de alimentar um processador de grãos sem sufocar o trator. O resultado é uma solução incompleta, que promete muito e entrega pouco. 

A Botier decidiu não seguir esse caminho. 

A decisão difícil: não adaptar, criar 

Desde o início, a premissa foi clara. Se o objetivo era entregar qualidade de silagem no nível de uma autopropelida, não fazia sentido partir de uma base que já nascia limitada. 

A Serena 130T foi projetada do zero. Cada componente, cada escolha de engenharia, cada detalhe operacional partiu de uma pergunta simples e incômoda: 

“O que precisa ser feito para que o processamento de grãos funcione de verdade em um trator?” 

Isso exigiu abrir mão de atalhos. Exigiu repensar o rotor, o corte, a transmissão, a forma como a energia do trator é usada. Exigiu abandonar soluções fáceis de fabricar em favor de soluções corretas de funcionar. 

Não foi um exercício de marketing. Foi um exercício de engenharia. 

Eficiência antes de potência 

O ponto central do projeto nunca foi “quanto cavalo a máquina aguenta”, mas como a potência disponível é usada

A Serena foi desenhada para cortar de forma mais eficiente, reduzindo o esforço do trator no ponto onde as máquinas tradicionais mais desperdiçam energia. Essa eficiência não aparece em folheto. Ela aparece no campo, quando a máquina trabalha sem sufocar, com corte limpo, fluxo constante e sobra de energia para alimentar um processador de grãos de verdade. 

É essa lógica que permite que a Serena funcione com tratores menores em condições favoráveis e entregue todo o seu potencial quando há potência disponível. Não há milagre. Há projeto. 

O que isso muda na prática 

Criar uma máquina do zero não é um fim em si. É um meio para um resultado concreto: 

– Silagem com grãos efetivamente processados 
– Melhor aproveitamento do amido 
– Mais produção com o mesmo milho 
– Menos paradas, menos improviso, menos frustração 
– Mais previsibilidade na safra 

A Serena não foi criada para impressionar em feira. Foi criada para resolver um problema que o produtor convive há anos e aprendeu a aceitar como inevitável. 

Um posicionamento claro 

A Botier não acredita que toda máquina sirva para todo mundo. 
A Serena 130T não é para quem busca apenas o menor preço. 
Ela é para quem planta milho bom e não aceita desperdiçar esse investimento na colheita. 

Adaptar uma máquina antiga seria mais fácil. 
Criar uma nova era a única forma de fazer direito. 

E foi essa escolha que definiu a Serena. 

Quer entender diretamente dos fundadores por que a Botier decidiu criar uma forrageira do zero e não adaptar projetos antigos? 

🎙️ Assista ao podcast completo onde a história da Serena 130T é contada em detalhes, sem marketing e sem atalhos. 

[Assista no YouTube] 

Botier – A Revolução das Forrageiras para Pequenos Produtores | Tecnologia Brasileira Inovadora 

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